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Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária

VISÃO ZERO 2030Zero é o único número aceitável.

Construir um sistema rodoviário que proteja a vida — mesmo quando as pessoas cometem erros.

−50% mortos e feridos graves até 2030
0 mortos e feridos graves em 2050

A segurança rodoviária deixa de depender apenas do comportamento individual e passa a ser uma responsabilidade partilhada por todo o sistema.

ANSR · apresentação pública
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A sinistralidade continua a ser um problema grave e evitável

O progresso histórico não basta: a tendência abrandou, os utilizadores vulneráveis continuam expostos e Portugal permanece acima da média europeia.

650/ano

vítimas mortais, em média, entre 2011 e 2020

2 100+

pessoas gravemente feridas por ano

61/M hab.

mortos por milhão de habitantes em 2024 (estimativa)

39%

acima da média da União Europeia em 2024 (estimativa)

6 423M€

custo económico e social da sinistralidade rodoviária em 2019 — equivalente a 3,03% do PIB.

6%

agravamento das vítimas mortais entre 2015 e 2019

75%

redução histórica da mortalidade entre 1985 e 2019 — uma prova de que é possível mudar.

Fonte: Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária — Visão Zero 2030. Valores de 2024 apresentados como estimativas constantes da Estratégia.
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Onde se concentra o risco?

Selecione uma dimensão para explorar os principais padrões do diagnóstico nacional.

Diagnóstico de sinistralidade: período 2010–2019, salvo indicação em contrário.
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SISTEMA
SEGURO
Uma mudança de paradigma

O erro humano é inevitável.
A morte na estrada não.

Antecipar e dissuadir o erro humano.
Projetar para a vulnerabilidade do corpo humano.
Distribuir a responsabilidade por todos os atores.
Criar redundância: se um elemento falhar, os restantes protegem.
Clique nos cinco elementos para explorar a lógica do Sistema Seguro.
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A velocidade dimensiona o sistema

A velocidade segura é aquela em que a probabilidade de morte, em caso de impacto, é igual ou inferior a 10%.

30 km/h40 km/h50 km/h
30 km/h onde coexistem veículos motorizados e utilizadores vulneráveis. A infraestrutura deve induzir naturalmente o cumprimento do limite.
30peões e ciclistas em coexistência
≤70vias de dois sentidos sem separador
>70exige separação física de sentidos
30km/h
probabilidade de sobrevivência do peão90%
Valores ilustrativos da Estratégia: sobrevivência de peão de 90% a 30 km/h, 60% a 40 km/h e 10% a 50 km/h.
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Uma meta clara: reduzir para metade até 2030

A meta intercalar coloca Portugal na trajetória para zero mortos e zero feridos graves em 2050.

Vítimas mortais
626
2019
313
meta 2030
Feridos graves MAIS3+
2 089
2019
1 044
meta 2030
−50%de mortos e feridos graves, face a 2019
Indicadores finais da Estratégia. Ferido grave segundo a classificação MAIS3+.
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Seis áreas-chave. Catorze componentes críticas.

A intervenção incide nos domínios em que o diagnóstico identifica maior potencial de redução da sinistralidade grave e mortal.

Arquitetura estratégica baseada no diagnóstico nacional e nos cinco elementos do Sistema Seguro.
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15 programas para transformar a estratégia em execução

01Visão Zero MunicípiosLocalidades
02Visão Zero nas EscolasLocalidades
03Travessias UrbanasLocalidades
04Separação de SentidosFora das localidades
05Área Adjacente ToleranteFora das localidades
06Álcool e SubstânciasFatores de risco
07Distração e FadigaFatores de risco
08Resposta Pós-AcidentePós-acidente
09Fiscalização de InfraestruturasInstitucional
10Investigação e AuditoriaInstitucional
11Dados e DesmaterializaçãoInstitucional
12Legislação e Formação TécnicaInstitucional
13Gestão das VelocidadesInstitucional
14Zonas de AcumulaçãoInstitucional
15Veículos de Duas Rodas a MotorTransversal
Plano de Ação 2026–2027: programas organizados pelas áreas-chave da Estratégia.
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Medidas que mudam o sistema — não apenas o comportamento

O primeiro Plano de Ação combina intervenção infraestrutural, fiscalização, tecnologia, legislação, educação, dados e apoio às vítimas.

Exemplos selecionados das medidas prioritárias do Plano de Ação 2026–2027.
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15 indicadores ligam as medidas aos resultados

Os Indicadores-Chave de Desempenho medem as condições operacionais do sistema e permitem atuar antes de a sinistralidade se materializar.

Cumprimento dos limites de velocidade
74 → 85%
Cinto de segurança — bancos traseiros
78,3 → 95%
Capacete — ciclistas
47,7 → 70%
Condução dentro do limite de álcool
99,2 → 99,5%
Sem dispositivo portátil ao conduzir
96,7 → 99%
Veículos novos com 5★ Euro NCAP
65,7 → 80%
Vias rurais separadas ou ≤70 km/h
27,8 → 70%
ponto de partidameta 2030
Exemplos de ICD e metas 2030 constantes da Estratégia.
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Quem decide, quem coordena e quem executa

Uma governação reforçada, com responsabilidades, periodicidade de reporte e prestação de contas.

Modelo institucional definido na Resolução do Conselho de Ministros que aprova a Visão Zero 2030.
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Um percurso monitorizado até 2030 — e uma visão até 2050

Clique nos marcos para acompanhar a sequência de implementação e avaliação.

Monitorização semestral pela Comissão Executiva Nacional e anual pela Comissão Interministerial.
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UM DESÍGNIO NACIONAL

A mobilidade deve permitir chegar.Não deve custar vidas.

2 250

vidas que a meta de 2030 pode ajudar a salvar

≈7,5 mil

feridos graves que podem ser evitados

≈20 mil M€

custos económicos e sociais evitáveis até 2030

Zero mortos e zero feridos graves é o único resultado compatível com um sistema rodoviário seguro.

Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária — Visão Zero 2030
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